Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
teve bonita a festa...pá!
concorde-se pouco ou muito com o conteúdo admitamos que a forma foi bem esgalhada.
sim senhor, tudo muito BONITO', até ouvir dizer (sic), que o almoço era pago pelo sr pr,sr anibal cavaco silva ,grande compincha este pr, então milhares a passar FOME'e estes ASNOS a dar do erário público a fartazana aos RICOS.
Não vi e não gostei!"
Não vi e não gostei!"
Hoje aconteceu com imensa vibração um show de todos os presentes neste tratado dos ricos'!!
Em resposta Alberto João Jardim já disse da sua justiça
,simplesmente «fascistas».
o sr AB gostaria de ver isto aqui escarrapachado pode ser!!.
Alberto João Jardim não é inimputável, não é um jumento que zurra desabrido, não é um matóide inculpável, um oligofrénico, uma asneira em forma de humanóide, um erro hilariante da natureza.
Alberto João Jardim é um infame sem remissão, e o poder absoluto de que dispõe faz com que proceda como um canalha, a merecer adequado correctivo.
Em tempos, já assim alguém o fez. Recordemos. Nos finais da década de 70, invectivando contra o Conselho da Revolução, Jardim proclamou: «Os militares já não são o que eram. Os militares efeminaram-se». O comandante do Regimento de Infantaria da Madeira, coronel Lacerda, envergou a farda número um, e pediu audiência ao presidente da Região Autónoma da Madeira. Logo-assim, Lacerda aproximou-se dele e pespegou-lhe um par de estalos na cara. Lamuriou-se, o homenzinho, ao Conselho da Revolução. Vasco Lourenço mandou arrecadar a queixa com um seco: «Arquive-se na casa de banho».
A objurgatória contra chineses e indianos corresponde aos parâmetros ideológicos dos fascistas. E um fascista acondiciona o estofo de um canalha. Não há que sair das definições. Perante os factos, as tímidas rebatidas ao que ele disse pertencem aos domínios das amenidades. Jardim tem insultado Presidentes da República, primeiros-ministros, representantes da República na ilha, ministros e outros altos dignitários da nação. Ninguém lhe aplica o Código Penal e os processos decorrentes de, amiúde, ele tripudiar sobre a Constituição. Os barões do PSD babam-se, os do PS balbuciam frivolidades, os do CDS estremecem, o PCP não utiliza os meios legais, disponentes em assuntos deste jaez e estilo. Desculpam-no com a frioleira de que não está sóbrio. Nunca está sóbrio?
O espantoso de isto tudo é que muitos daqueles pelo Jardim periodicamente insultados, injuriados e caluniados apertam-lhe a mão, por exemplo, nas reuniões do Conselho de Estado. Temem-no, esta é a verdade. De contrário, o que ele tem dito, feito e cometido não ficaria sem a punição que a natureza sórdida dos factos exige. Velada ou declaradamente, costuma ameaçar com a secessão da ilha. Vicente Jorge Silva já o escreveu: que se faça um referendo, ver-se-á quem perde.
A vergonha que nos atinge não o envolve porque o homenzinho é o que é: um despudorado, um sem-vergonha da pior espécie. A cobardia do silêncio cúmplice atingiu níveis inimagináveis. Não pertenço a esse grupo.
Baptista Bastos ([email protected])
Sim senhor,está foto está como o dono,todo roxo,ou melhor ,parecem aquelas reuniões em familia do tempo da União Nacional..
esta seita:
A União Nacional, foi uma associação com personalidade jurídica, «destinada a promover e assegurar, na ordem política, a realização e a defesa dos objectivos da Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926 e dos princípios inspiradores da Constituição do Estado».
A actividade da Comissão Executiva apoiava – se na Guarda Fiscal, na PIDE/DGS, na Legião Portuguesa, na Mocidade Portuguesa, nas unidades militares, na Direcção dos Serviços de Censura, e diversos organismos corporativos.
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