Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
quadros fedorentos
interessantíssima - por ilustrativa da maneira como se movem os 'pequenos' poderes neste país - esta polémica entre joão quadros (teve, em tempos, a autoria dos textos 'visconde de alvalade', em 'a bola') e zé diogo quintela dos 'gato fedorento' que passo a transcrever na íntegra, podendo os antecedentes serem seguidos no blogue 'o mal está feito'.
...

"Na sequência de um post (vocês sabem qual) recebi um mail do Zé Diogo Quintela, que não foge com o rabo à seringa e responde ao que escrevi. Aqui está o mail, bem como a minha resposta:

de: Zé Diogo Quintela
Título - mando isto para o cagabolas? aceitam-se sugestões

João, Vi um post no teu blog em que te referias a mim sem dizer o meu nome e acho que te devo esclarecer em relação a um ou dois pontos.
1 - Quando dizes "Eu sei bem o que isso é porque já vi um sketch meu (Incorrigíveis do Sapo) ser proibido pela direcção das PFs, por conter referências a um dos Gato. Custa muito esta constante censura a que os pobres guionistas de humor estão sujeitos.", parece que eu tive alguma coisa que ver com isso, o que não é verdade.
Só soube disso a posteriori e não concordei com a decisão tomada.
Aliás, tenho muita curiosidade em ler o tal texto e as referências. Tenho a certeza que são muito engraçadas. Sempre gostei do teu humor e tenho pena de não o conseguir acompanhar como gostava.

resp- Está bem claro no post que foi a direcção das PF que censurou o sketch
Que pena não me teres enviado um mail com essa discordância e, presumo, indignação, como desta vez. Podias ter usado o teu pequeno poder para tentar que isso não acontecesse. Quem sabe conseguias convencer o Nuno. Mas, ainda bem que já esclareceste (e confirmaste) um dos pontos – fui censurado pelas Pfs.
Eu tenho o texto (eu guardo tudo) e posso enviar-te
E eu também gosto do teu e tenho acompanhado


2 - Depois dizes "Para verem o que nós, que escrevemos humor, sofremos, imaginem que: depois de cinco anos a escrever, semanalmente, o Visconde para o jornal A Bola, houve uma reunião de emergência, de uns indignados comediantes, e tudo acabou duas semanas depois de ter escrito esta entrevista". A não ser que o teu pedido aos leitores seja literal e queiras mesmo que imaginem algo que não aconteceu, estás a mentir.
Nunca houve reunião de emergência na Bola por causa da tua crónica. Nunca nos queixámos à Bola por causa do que escreveste. Não sei porque é que a tua crónica acabou,

resp - Não falo em reunião de emergência no jornal A Bola, a reunião foi nas PFs, na qual o Nuno encenou um telefonema para mim, em que mostrava o seu descontentamento, e o vosso, e que na realidade nunca foi feito ( que maravilha!). Porque o Nuno já tinha lido a entrevista; uns dias antes. Eu informei as Pf que ia escrever o tal espeto, para que não houvesse surpresas, e ele pediu-me se ia lá mostrar às Pfs. Eu fui até lá, mostrei o texto; avisando desde logo que não iria fazer alterações. O Nuno leu, o Pina também e o Rui também e todos disseram que eu ainda devia ter ido mais longe. Especialmente o simpático Nuno. Eu expliquei, que nunca iria pôr nada sobre vocês que tivesse a ver com o meu conhecimento pessoal. Tudo o que ali estava escrito era público e podia ser escrito por quem apenas conhecesse os Gato do que diziam e faziam publicamente - O Nuno, dias mais tarde, disse-me que eu tinha exagerado!!! e que vocês estavam muito chateados com A Bola por ter publicado a entrevista. E que ainda ia sobrar para mim.

3…mas se tiver que adivinhar, suponho que seja porque nós os 4, no fim de 2005, a caminho da RTP, tenhamos decidido terminar com uma série de trabalhos (também deixámos o programa do Herman), para dedicarmos toda a nossa atenção à RTP. Era o mínimo que podíamos fazer, tendo em conta a importância e os valores envolvidos no contrato. -

resp- ADIVINHASTE ! a mim, a justificação que me deram é que vocês estavam proibidos pela RTP de escrever para outros lados; o que eu estranhei, pois, pouco depois, o Góis escrevia para o Record e o Ricardo para a Visão.


4 Julgo que o Vítor Serpa terá aproveitado essa altura para remodelar o conceito das crónicas humorísticas, uma vez que não faria sentido haver uma personagem sportinguista sem o lampião e a tripeira. Julgo até que tenhas sido convidado pelas PF para participar no projecto que nos veio substituir, mas posso estar enganado.

resp- Fui sim senhor, por menos de metade do valor que ganhava e passando a trabalhar para ás Pfs em vez de free-lancer, como eu era na altura (e hoje) E, até hoje, ainda estou à espera de um telefonema da Bola para me avisarem que a crónica acabou. Porque quem me deu a notícia foi o Nuno Artur.

5- Nunca quisemos acabar com a tua crónica. A prova disso é que, meses antes, o Vítor Serpa me abordou para te substituir como cronista do Sporting, pedindo-me para criar uma nova personagem. Sucede que, na altura, tinha ouvido comentar nas PF que tu estavas a atravessar uma situação familiar complicada, e não aceitei. O Vítor Serpa poderá confirmar-te isto, ele lembra-se bem e sabe que foi essa a razão da minha recusa.

resp- O Vítor tem muita classe! Pensei que a tua recusa tinha a ver com o tal muito trabalho que tinhas na altura, mas presumo que tenhas chegado à conclusão, que o Vítor te estava a convidar porque as Crónicas da Dona Vitória tinham muito mais graça que as do Visconde (e não por tu seres um dos Gato) e que eu já sabia desse convite. Se, realmente, foi um mês antes, é pena que quase tenha quase coincidido com um mail do Vítor a dar-me os parabéns pelas minhas crónicas, que apesar de demasiado anti-benfiquistas, tinham muitos e cada vez mais leitores. Ainda bem que tu és um indivíduo sensível; já desconfiava, mas a sensibilidade do teu colega do - vão ter que ir procurar trabalho - deixa-me ensopado em lágrimas. O problema, daquela última frase (do Ricardo e do Góis), é que diz que é uma espécie de “human stain”.


Aliás, voltou a falar-me do assunto quando me convidou para escrever a minha crónica actual. Só conto isto porque, com este post, estás a difamar-me, a mim e ao Ricardo, Tiago e Miguel. Assim, ficas a saber. Se fosse para te tramar, acredita, já te tínhamos tramado há mais tempo.

Essa foi à Sócrates vs Público. Sim, que horror! imagino que, além de me tirarem o trabalho, ainda me teriam cortado o órgão sexual só com o olhar.


Também nunca te censurámos ou tentámos fazê-lo. Nem sei porque é que pensas que o faríamos.
Abraço Zé Diogo

Terei as minhas fantasiosas razões.
Outro abraço,

João Quadros


ps - é verdade, Zé Diogo. A próxima vez que me enviares um mail (como este foi o primeiro podias não saber) agradeço que evites o cagabolas e outras coisas que tais, para não termos de nos chatear; logo nós que nos damos tão bem. E venham de lá essas acusações de difamação. Eu estou cá para elas, com a minha memória, os meus pequenos apontamentos e a minha vontade de cagar, não só em cima de bolas mas também, nos locais apropriados.


publicado por António Boronha às 17:44
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8 comentários:
De Ricardo a 31 de Outubro de 2008 às 19:17
E a dita crónica? Não se arranja?


De antonio boronha a 31 de Outubro de 2008 às 19:19
ricardo,
eu ainda não a conheço.
confio que o joão quadros nos venha a saciar a curiosidade.


De noone a 31 de Outubro de 2008 às 20:05
sr. Boronha esta la no blog dele acho que se referem a isto:
"VISCONDE NO ESPETO COM OS GATOS - JORNAL A BOLA - (23 de Julho de 2005)

Estava a contar as moscas que; qual nave Colombia, explodiam em luminosos pedaços quando entravam na atmosfera do meu mata-moscas eléctrico, quando entram pela porta; do meu mui afamado restaurant, os tão famosos - Gatos Fedorentos - que coxeavam ligeiramente devido a ausência de um dos seus membros.
Ricardo Pereira: Queríamos três frangos, faz favor. Ainda bem que o encontramos, senhor. Estávamos um bocado à nora porque hoje ainda não demos nenhuma entrevista. Mas antes de mais nada gostava de dizer que eu não sou actor. Nós somos gente modesta, sem pretensões. O facto de termos mudado para sempre o humor mundial não significa que somos uns génios como quase toda a gente diz por aí.
Visconde: Pois.
Gato Fedorento 4: A maior parte da escrita de humor não foi inventada por nós. Charles Dickens, na sua grande obra - Great Expectations - recorria a ferramentas da escrita humorística.
Visconde: Este rapaz tem muita graça. Foi este que ficou logo à frente do Herman na votação da revista do 24 Horas?
Ricardo Pereira: Foi.
Visconde: Vê-se logo.
Ricardo Pereira: Esse top é um bocado parvo, nós nem somos actores. Esse top só serve para ficarmos a saber a qual de nós é que as pessoas acham menos graça. Nós nem somos actores. Nós gostamos é de sentir que as nossas palavras provocam reacções nas pessoas.
Visconde: Isso é simpático da sua parte. Sabem que felizmente há muito tempo que não tinha três lampiões no meu categorizado restaurant. A última vez que cá estiveram três benfiquistas foi aqui há uns meses, quando apareceram aí o João Pereira, o Chalana, o Moreira e o Miguel.
Ricardo Pereira: Vou responder a essa ofensa, primeiro numa voz fininha e depois no meu tom de voz normal.
Visconde: Eu já vi isso em qualquer lado.
Gato Fedorento 3: Deve ter sido no nosso sketch do Homem que Sabe Tudo Sobre Vaginas.
Ricardo Pereira: Eu já lhe disse que nós não somos actores?
Visconde: Já sei! Podem não ser actores mas são excelentes tradutores. Isso de responder com vozes diferentes está no Sketch 1 – Face The Press – do espisódio 14 dos Monthy Python’s Flying Circus.
Ricardo Pereira: Nós, que nem somos actores, gostamos muito dos Monthy.
Visconde: Eu já tinha reparado nisso. Porque vocês até lhes fizeram uma homenagem quando começaram os vossos espectáculos a vender Kunami fresquinho em vez do Albatroz! Que é o que os Monthy faziam no seu espectáculo ao vivo e no terceiro sketch do episódio 13. É o mesmo episódio que tem o polícia que se veste de mulher e se quer vestir de mulher.
Gato Fedorento: Nós gostamos mesmo muito dos Python. E do Big Train que tem uma cena fantástica com uns tipos que se masturbam no escritório e ...
Ricardo Pereira: Piiiiiiiiiiiii! Acabou o teu tempo.
Gato Fedorento 4: Charles Dickens dizia que estava a chover quando estava a chover, que é uma forma suprema de ironia...
Ricardo Pereira: Piiiiiiiiiiiii! Acabou o teu tempo.
Visconde: Pois. Já vi o vosso sketch do adepto benfiquista. Está muito giro mas é um bocado lisonjeiro. Mas o vosso Sketch que eu mais gosto é aquele do Ministério do Silly Walks. Do tipo que tem um andar esquisito.
Ricardo Pereira: Mas nós não fizemos esse.
Visconde: Mas vão fazer de certeza. E vai ficar bem.
Gato Fedorento3: Já fizemos foi um tipo que entra ao pé coxinho para renovar a licença de poder andar ao pé coxinho na rua. É um bocado parec...
Ricardo Pereira: Piiiiiiiiiiiii! Acabou o teu tempo.
Visconde: Vocês agora estão sem clube. Quer dizer, sem canal de televisão.
Ricardo Pereira: Andam todos os canais atrás de nós, vá lá saber-se porquê, eu não acredito que seja só porque triliões de pessoas nos acham o máximo, mas o que eu gostava mesmo era de ir para o Canal Benfica.
Visconde: Eu percebo. É um grande desafio. Não há cá – Preços Certos em Euros ou “Morangos com Açúcar”, no Canal Benfica a concorrência em termos de comédia vai ser terrível.
Ricardo Pereira: E nós nem somos actores. Eu já lhe disse que eu não sou actor?
Visconde: Já.
Ricardo Pereira: ...e que nós somos muito modestos e sabemos quão insignificante é a nossa obra?
Visconde: Já!!!
Gato Fedorento 4: O Dickens também era algo repetitivo e...
Ricardo Pereira: Piiiiiiiiii!



PS: e para que eu não ficasse com dúvidas sobre quem eram os autores de tão nobre gesto (e do seu incomensurável poder), a última crónica do Zé Manel (escrita por dois Gato e cujo apressado fim levou à extinção do Visconde) terminava com, e passo a citar: acabam aqui as crónicas do Zé Manel, uns vão ficar tristes, outros menos e ainda há outros que vão ter de ir à procura de trabalho."


De antonio boronha a 31 de Outubro de 2008 às 20:17
noone,
não é esse. é um outro.


De Karocha a 31 de Outubro de 2008 às 22:20
Qual?...


De OMal a 31 de Outubro de 2008 às 23:38
Olá. Como não quero perder a confiança ("confio que o joão quadros nos venha a saciar a curiosidade")do amigo (e consócio?) Boronha, que me deu uma grande ajuda nos tempos em que eu escrevia as Crónicas do Visconde do Lumiar (se não fosse ele; contar o que se passou para lá da meia-noite, já mais podia ter feito metade das piadas que fiz ao pós- Mundial da Coreia). Favores com favores se pagam, e, só, para vocês, fica aqui o tal Sketch. Que não é grande coisa, até porque está escrito para ser filmado (e não lido).
INCORRIGÍVEIS – TODA A VERDADE - COMO SACANEAR COLEGAS
JOÃO QUADROS sentado numa secretária em frente a um computador que está no site dos INCORRIGÍVEIS mas que ainda não vemos. ANA aparece quando eu começo a falar e acompanha o que eu digo de forma o mais parecida com a realidade possível. A minha voz é dobrada por RUI MORRISON!!! Eu estou a acabar de fazer um exercício de colocação de voz, com duas rolhas na boca, que retiro para começar a falar.

JOÃO QUADROS
Olá. Quando me telefonaram dos Incorrigíveis, primeiro a pedir o telemóvel do Óscar Branco e passado umas horas a convidar-me para fazer o tipo que fica na ponta direita da fila dos vídeos, fiquei surpreendido com o convite e mais ainda com o pouco que pagavam. 180 Euros, limpos.
(mostra recibo verde)
Aliás, o dinheiro que disponibilizam para isto é tão pouco que eu pedi uma especialista em linguagem gestual, porque tenho sempre a preocupação que toda a gente entenda o que eu digo, e o que está ali em baixo é uma miúda das Produções Fictícias a fazer Feng-Shui e que acaba de traduzir o que eu disse, como – Gosto de atum em pão saloio.
(para a ANA que, supostamente, está no quadradinho em baixo à minha esquerda)
Agradecia-te que saísses porque o que estás a fazer não é bom para ninguém. E fica-te mal estares a fazer de parvos os surdos-mudos. Deves ser mais uma daquelas pessoas que por ver o surdos mudos falar de forma gutural e arrastada julga que eles também são atrasados mentais. Aposto que também tratas os anões adultos como crianças, só porque são pequenos.
Sai
ANA sai de cena e fica o quadrado
…e leva o teu quadrado contigo.
O quadrado desaparece
Como estava a dizer. No início estive para recusar o convite, porque estava um bocado ressabiado por só agora me terem convidado, o que em termos práticos coloca-me no décimo quarto lugar da lista de comediantes portugueses. Mas aceitei, porque fiquei de certa forma comovido por ter sido convidado antes do Pedro Tochas, mesmo sabendo que o Tochas tem um humor que não resulta bem em computador porque faz falta um sítio onde pôr as moedas.
Mostrando agora que à sua frente tem o computador no site dos INCORRIGÍVEIS
Mas não é nada fácil este lugar de convidado. Temos de dar tudo neste quatro minutos porque a motivação, da maior parte de nós, é vir a ocupar este espaço, ou vir a ocupar um dos quatro lugares do lado se eles falharem ou ficarem fartos de aturar a caixa de comentários recheada de insultos gratuitos de gente cujas mães, se vivessem em Londres nos tempos de Jack o Estripador, corriam o risco de ser assassinadas.
Mas eu acredito que o homem faz o seu próprio destino, por isso nada como dar uma ajuda e tentar empurrar um deles para fora do painel. Como é que isto se faz:
Olhando para os quatro, qual parece ser o elo mais fraco? O Herman, é o Herman. O Ricardo, tem visitas que nunca mais acabam. O Bruno tem as gajas e eu trabalho para ele. Vou escolher o Quintela. Tem menos visitas, decididamente não tem as gajas e esta semana foi mais fraquito e ainda para mais faz muitas vezes declarações com uma estante atrás que é de uma ostentação impressionante, cheia de filmes, discos e livros, e isso causa sempre inveja.
…e além do mais, dá sempre para dizer que sem o Ricardo eles não se safam
As pessoas podem ser muito cruéis e injustas nas críticas. Imaginem que, por exemplo, eu, ao longo da minha curta carreira, fui criticado pela minha dicção?! Imaginem Por onde eles foram pegar! A minha dicção. Só faltou embirrarem com a minha tez morena.
O próximo passo é juntar-me à escumalha e ir discretamente colocando comentários com o objectivo de denegrir o trabalho e o próprio Quintela.
Como temos pouco tempo. Resolvi usar a táctica dos programas de culinária e os comentários já estão feitos.
Foram feitos ontem, mas estão bons.
Cá estão eles:
Mostro comentários que coloquei na caixa de comentários do Zé Diogo e que estão assinados por nomes inventados por mim e anónimos
Fiz o que se costuma fazer quando é para denegrir a imagem de alguém que só conhecemos da televisão, ou seja: Faço referência a ele andar a ganhar muito dinheiro num país de pobres. Digo que sozinho não se safa…e, muito importante, começo a apontar injustiçados que podiam ser uma boa alternativa ao Zé Diogo, mas, ao mesmo tempo, mantenho uma certa distância, porque em vez de nomes, escrevo – como, por exemplo: aquele tipo da Biqueirada.
E pronto. Está feito. Agora, assim que o vídeo estiver disponível no site, é só fazer uma directa a clicar no meu e depois, aí sim, ficamos finalmente nas mãos do destino, à espera de um telefonema de alguém importante da PT.
Agora que já ficaram a saber como é os comediantes fazem para sodomizar os colegas, para acabar convêm lembrar que podem ver este meu simpático comentário… no sítio do costume. (COM A VOZ DE RUI MORRISSON, RESULTA). Não resisti. Tinha que aproveitar a oportunidade.


De nm a 1 de Novembro de 2008 às 02:24
Admiro muito o trabalho tanto do Quadros como dos Gatos. E é por isso que todo este lavar de roupa suja nesta praça pública que é a blogosfera (e noutras, da imprensa, por exemplo), me faz alguma impressão. Acredito que o Quadros tenha as suas razões, mas não deixa de ser feio.


De Velho Estilo a 1 de Novembro de 2008 às 14:27
Como é bom ver o Jel sem estes jogos florais onde..."vai tudo abaixo...."

Viva a "Luta!"


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