Domingo, 28 de Maio de 2006
jogos de preparação
muitos de nós questionamo-nos sobre as duvidosas vantagens das vitórias contra adversários muito mais fracos bem como as consequências nefastas de derrotas, mais ou menos pesadas, contra oponentes de topo do futebol mundial.dei a minha visão respondendo a amigos mas penso que devo confrontar a opinião que tenho sobre o assunto com uma audiência mais vasta.1. quando escolhem adversários mais fracos os seleccionadores dizem pretender acautelar o dano, que poderá ser causado à maioria dos jogadores, decorrente de uma derrota nas vésperas de uma importante competição.a experiência diz-me que sim mas que, muitos deles, também pretendem prevenir fragilidades psicológicas próprias. não tenho dúvidas.esta era a escola italiana. todos recordam os 15 a 0, 11 a 1, 14 a 0 conseguidos pelos milan, inter, roma e afins nos defesos estivais.2. no lado oposto está a opção mais agressiva de defrontar equipas de topo.foi o que fez o nosso antagonista da fase inicial, méxico, que defrontou a frança, em paris, tendo perdido por um golo.dizem - e com razão - que nada têm a perder contra um favorito.estou convencido que nada preocupados ficaram com o 'desaire'.3. de toda a maneira e qualquer que seja a abordagem feita, existem dúvidas de ordem psicológica e técnico-tácticas, que os responsáveis querem ver esclarecidas antes do momento da verdade.daí, com toda a legitimidade, escolherem como 'sparring partner' quem, na altura, entendam melhor poder revelar e contribuir para a solução de tais problemas.
De
Ricardo a 28 de Maio de 2006 às 21:33
O problema é mesmo quando se escolhem adversários mais fracos e depois se perde contra eles (como no 1-4 contra a Finlândia, em vésperas do Mundial de 2002...).
Ah, e nesse jogo o guarda-redes não era o Vítor Baía, por isso, pelo menos aí, as histéricas do costume não o podem usar como bode expiatório (ou respiratório como dizia o empresário Manuel Barbosa - o que é feito dele, a propósito?).
De opeixequesosevira a 28 de Maio de 2006 às 23:42
Amigo Boronha, esquece-se que o México começou com a sua preparação há cerca de um mês?
opeixe...,
eu sei.
mas estão muito ambiciosos. aliás é curiosa a insatisfação revelada pela imprensa mexicana perante a derrota...
estão com a fasquia alta.
e o irão também viu a auto estima aumentada.
De o vingador a 29 de Maio de 2006 às 00:02
Ainda bem que estão com a fasquia alta. Quanto mais melhor. Até os angolanos já dizem que é possível. Ainda bem. Ainda bem.
o que eu sei é que naquele episodio dos simpsons em que a final do mendial é jogada em springfield entre Portugal e México (e que o homer diz "Oh, I'll kill myself if Portugal doesn't win" e que o janitor ruivo irlandês ou escocês inicia actos de hooliganismos na bancada) está cada vez mais actual.
Alguém sabe de que serie é este epizoide prá malta comrpar a box?
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